Procura de emprego
Candidatares-te deixou de ser trabalho de dactilografia.
São vinte minutos por candidatura a escrever outra vez o mesmo nome, a mesma morada, as mesmas datas. E a reescrever a mesma carta com o nome da empresa trocado. O JobHunter faz essa parte. Depois pára, e mostra-te o que escreveu.
Experimenta sem conta: 4 créditos, sem email e sem cartão.
Começa com o teu currículo. Só isso.
Arrastas o PDF que já tens. O JobHunter lê-o e monta o teu perfil: experiência, formação, competências, idiomas. É daí que sai tudo o resto.
Não voltas a escrever a tua morada. Nem o teu telefone. Nem aquela data de 2019 de que já ninguém se lembra.
A busca abre cada vaga e lê-a até ao fim.
Dizes que cargos queres, onde, remoto ou presencial, e o que não queres ver. Depois ele abre anúncio a anúncio, lê a descrição toda e deita fora o que não encaixa contigo.
Vês isso a acontecer no ecrã, passo a passo. Não há caixa preta.
Escreve um CV e uma carta para aquela vaga.
Não é o mesmo ficheiro com o nome da empresa trocado. É o teu percurso contado para aquele anúncio, nas cores da empresa que contrata.
E antes de chegar aos teus olhos passa por uma verificação contra o teu perfil. Nenhum curso que não tiraste, nenhum ano que não trabalhaste.
Preenche o formulário. E pára.
Campo a campo, anexo incluído. Depois encosta e espera por ti.
Lês o que ele escreveu, mudas o que quiseres, e carregas em enviar. O clique final nunca acontece sem ti, e é isso que separa a tua candidatura das centenas que chegam disparadas por um robô.
A diferença
Quem recruta já percebe quando foi um robô a candidatar-se.
As caixas de entrada dos recrutadores estão cheias de candidaturas disparadas às centenas, todas iguais, nenhuma lida por ninguém. Isso mudou a forma como são tratadas, e não foi para melhor.
A tua chega lida e aprovada por uma pessoa, porque foste tu a carregar em enviar. É pouco trabalho a mais para ti e faz toda a diferença para quem a recebe.
Nada é inventado
Cada frase do CV e da carta sai do que está no teu perfil, e passa por uma verificação antes de chegares a lê-la. Se não fizeste, não aparece.
A tua palavra-passe é tua
Entras nos sites de emprego tu, no próprio site. Os campos de palavra-passe são escondidos do agente antes de a página ser lida, por isso o que escreves num deles não sai do teu aparelho.
Não está preso a um portal
Páginas de carreira de empresas e os sistemas de candidatura mais usados funcionam, porque o agente lê a página como ela é em vez de precisar de uma extensão para cada site.
Para quem é
Para quem a procura de emprego virou preenchimento de formulários.
As primeiras cinquenta
Acabaste o curso e estás a mandar as primeiras cinquenta candidaturas. O que te cansa não é escolher as vagas. É tudo o que vem a seguir.
Mudar de área
A tua experiência serve, mas tem de ser contada de outra maneira para cada anúncio. E é isso que custa quando chegas à trigésima vez.
Candidatar-te de fora
O mesmo formulário, numa segunda língua, outra vez. A app fala vinte idiomas e abre na língua do teu telemóvel.
Quanto custa
Um crédito por candidatura. Dois por busca.
Começas com 4 créditos sem dar nada em troca: nem email, nem cartão. Com um email ficas com 10 gratuitos todos os meses. Os que compras não expiram nunca.
20 candidaturas, ou 10 buscas.
50 candidaturas, ou 25 buscas.
120 candidaturas, ou 60 buscas.
Carrega o teu CV e vê o que ele escreve.
Leva cinco minutos e não pede cartão nenhum. Se o que ele escrever não te servir, não envias. E pelo menos ficaste a saber, que é mais do que sabias antes.
Sem anúncios. Sem rastreadores. Apagas a conta dentro da app, quando quiseres, e vai tudo com ela.